segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O cancêr do ódio e um imposto sobre fortunas para financiar a saúde

Já li alguns bons artigos acerca da babaquice desse grupo de urubus e desclassificados que estão infestando a rede com pregações de ódio e desejos de morte à Lula. Entre os argumentos estapafúrdios, um desponta como principal, o de que Lula deveria se tratar num hospital do SUS, onde certamente m0rreria nas filas. Evidente que esse tipo de argumentação tem classe social. É de gente que não quer pagar um centavo de imposto para que o Sistema Único de Saúde melhore e que se indigna contra o “absurrrrrdo do Bolsa Família”.
Essa gente estúpida veio ao borbotões a este blogue neste últimos dias postar frases nojentas contra Lula. Enviei sem dó esses comentários para a lixeira. E faria o mesmo se o alvo fosse FHC ou José Serra. Em outros blogues tão nojentos quanto esse povo, esse argumentos pululam.
A assessoria do ministério da Saúde, me enviou alguns dados sobre o tratamento de oncologia no SUS, que aliás, é quem costuma tratar de todas as doenças de alta complexidade, coisa que essa gente preconceituosa desconhece. Mesmo quando eles pagam caríssimos planos privados, quando a doença é complicada e cara, quem banca o tratamento é o tal do SUS. Da mesma forma que são equipes de emergência do SUS que vão ao socorro deles e dos seus filinhos mimados quando em rachas de automóveis ou embriagados cometem acidentes horrorosos e criminosos.

Mais como qualquer debate não deve ser feito apenas no gogó, seguem alguns dados acerca de tratamentos de cancêr pelo SUS.
Nos últimos 12 anos, os gastos federais com assistência oncológica no país triplicaram, passando de R$ 470,5 milhões (em 1999) para cerca de R$ 1,8 bilhão (em 2010). Em 2011 o investimento ai ser de R$ 2,2 bilhões para o setor. Este aumento de recursos serviu para ampliar e melhorar a assistência aos pacientes atendidos nos hospitais públicos e privados que compõe o SUS, sobretudo para os tipos de câncer mais frequentes, como fígado, mama, linfoma e leucemia aguda.
Em relação a quantidade de frequências de procedimentos oncológicos oferecidos aos pacientes do SUS, isso aumentou em 41% desde que Lula assumiu o governo. Eram 19,7 milhões, em 2003  neste ano a previsão de procedimentos é de 27,8 milhões.

Nas cirurgias oncológicas o aumento foi de 40%, passando de 67 mil (2003) para 94 mil (estimativa 2011). Neste período, o número de procedimentos quimioterápicos dobrou – passou de 1,2 milhão (2003) para 2,4 milhões (2011/estimativa).
Há muitos outros números que serão esmiuçados numa matéria da edição de dezembro da Revista Fórum sobre o SUS. É evidente que ele pode melhorar. Mas se o SUS não está melhor a responsabilidade é da elite brasileira que fez uma campanha mentirosa para acabar com a CPMF de 0,25% para saúde, alegando que isso era danoso para a economia.
Este é o momento certo para dar uma resposta de alto nível a essa gente sem níve que quer a morte de Lula. Em sua homenagem os movimentos sociais e populares deveriam se lançar numa campanha popular pela criação de um imposto para a grandes fortunas com um único objetivo, financiar a sáude. Segundo o presidente da CUT, Arthur Henriques, em recente artigo, cobrando 1,5% de  alíquota média anual sobre patrimônios que ultrapassassem 8.000 salários mínimos o país teria 30 bilhões de reais por ano para a saúde. Dinheiro considerado suficiente para darmos um salto de qualidade na área.
Por que não se lançar agora numa campanha para aprovar uma lei com esse caráter agora?

by : http://www.revistaforum.com.br

REDE GLOBO COLHE O QUE PLANTOU...

Diariamente Ali Kamel agride a inteligência de seus telespectadores.
Eis o resultado:

Não é lixo, não, é ouro humano Senhor Boris Casoy

Um ex-catador de lixo, Solonei Rocha da Silva, ganhou a última das 48 medalhas de ouro no Pan de Guadalajara. Humildemente, disse que a vitória era de todos os catadores, trabalho que ele tinha orgulho de ter tido e do qual jamais se esqueceria.
Também hoje, no Zero Hora – infelizmente não achei o texto na internet – o jornalista Moisés Mendes compara, num artigo em Zero Hora, a atitude de um grupo de garis, ao verem três colegas serem atropelados (dois deles morreram) por uma pick-up Hilux, dirigida por um gerente de banco que voltava de uma “balada”, enquanto capinavam um canteiro da Marginal Pinheiros, em São Paulo, com a atitude do grupo que capturou, espancou e executou Muammar Khadaffi.
Os garis de São Paulo, não lincharam em espancaram o homem que acabara de matar seus colegas. É verdade que houve chutes na porta do carro- ele tinha tentado fugir – e uns safanões, prontamente reprimido por um dos próprios garis, que afastou os colegas mais  exaltados.
Os  episódios me fizeram lembrar das ofensas – certo que seguidas de um formal e rápido pedido de desculpas – dirigidas por Boris Casoy a dois garis que “do alto de suas vassouras”, como disse ele, se atreviam a desejar feliz ano novo aos telespectadores.
Como é bom ver que, apesar do bombardeio de violência e da deseducação que nossa elite brutaliza o nosso povo, sobrevivem nele valores humanos mais civilizados do que em muitos daqueles que se proclamam “modernos” e “civilizados”.
Mas esse sentimento resiste tanto, com tal força, que aqueles dois humildes garis, “do alto de suas vassouras”, Solonei  Silva,  do alto do pódio, e aqueles outros da Marginal Tietê, dão lições a muita gente. Ou deviam dar.

by:http://www.tijolaco.com/

domingo, 30 de outubro de 2011

Igreja católica: avanços na teologia da camisinha

O Ornitorrinco Desprevenido reconhece que, aos poucos, a santa madre e genocida igreja católica vai, por assim dizer, afrouxando os cânones que sustentam a teologia da camisinha.
by: http://prcequinel.blogspot.com/

PRAGA DE URUBU CAI NO MESMO.......

Segue áudio da Lucia Hippolito debochando, torcendo e comemorando a doença do Lula. Inacreditável. Aparece coisas do tipo:
“… não é surpresa tendo em vista o abuso da fala do Presidente que jamais teve um exercício de fonoaudiologia, de nada disso, e tava no palanque todo santo dia, tabagismo, alcoolismo..”
“…o presidente Lula sempre teve aquela voz feia…”
Essa demonstração de euforia por vislumbrar uma possibilidade de finalmente calar o Lula, demonstrada pela Lucia Hippolito, é um um sinal de extrema fraqueza, porque, além de tudo, deixa transparecer que lhe resta como única possibilidade de felicidade a morte do Lula. Tudo isso mostra a pequenez dos porta-vozes da direita e como Lula é grande.


E, por falar em alcoolismo, escute essa mesma "comentarista" tentando criticar Lula e tire suas conclusões.
http://mariadapenhaneles.blogspot.com/

sábado, 29 de outubro de 2011

GERALDO ALCKMIN ADIA DIVULGAÇÃO DE DADOS SOBRE AS EMENDAS PARLAMENTARES DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DE SÃO PAULO

Geraldinho Trambiqueiro garantiu que até o início desta semana seriam publicadas as informações referentes ao ano passado, mas MENTIU OUTRA VEZ

Depois de a base do governo enterrar as investigações do Conselho de Ética da Assembleia Legislativa de São Paulo, agora é o próprio governo que tenta esfriar o caso da venda de emendas parlamentares ao protelar a divulgação, na internet, dos dados referentes às indicações feitas pelos deputados entre 2007 e 2010.
Na terça-feira da semana passada, o secretário-chefe da Casa Civil, Sidney Beraldo (PSDB), assegurou que até o início desta semana o governo publicaria, pelo menos, as emendas relativas ao ano passado. "Penso que, em mais uma semana, no máximo, nós vamos disponibilizar isso. (As de) 2010 pelo menos eu garanto que poderemos ter em mãos", afirmou no dia 18.
Antes disso, o governador Geraldo Alckmin (PSDB), pressionado pela bancada de seu próprio partido, que havia enviado um ofício à Casa Civil exigindo que a secretaria divulgasse as emendas tucanas desde 2007, sustentou, em 12 de outubro, que o governo publicaria todas as indicações já feitas no Estado.
 Até agora, no entanto, nenhuma emenda paga de 2010 para trás foi divulgada. Trinta e seis dias depois de o Estado ter publicado a acusação do deputado Roque Barbiere (PTB) de que cerca de 30% dos colegas de Assembleia vendiam emendas, tudo o que o governo tornou público são os restos a pagar de 2010 e as emendas pagas em 2011 - 11% do valor total que o governo reservou nos dois anos somados para o pagamento das indicações.
Questionada, a Casa Civil não quis informar o novo prazo para a divulgação dos dados. Limitou-se a dizer que "os convênios firmados pelo governo de São Paulo entre 2007 e 2010, oriundos de indicação parlamentar, serão divulgados de forma conjunta no site da Secretaria da Fazenda".
Desorganização. O deputado Ênio Tatto, líder do PT na Assembleia, sustentou que a demora se deve a problemas na base do governo e à desorganização da Casa Civil. "Gerou muito problema a divulgação da primeira lista, por causa dos privilégios a alguns partidos", disse. "E também a Casa Civil não tem controle disso".

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

System Of A Dilma (por FAROFF e Xandelay) @djfaroff @xandelay


IMPRENSA BRASILEIRA QUER CARLOS ARTHUR NUZMAN NO MINISTÉRIO DO ESPORTE

Dilma e sua faxina

Se o propósito é criar problemas, a mídia dá com seus burros n’água. Foto: Kevork Djanseziam/Getty Images/AFP
Cai mais um ministro e Dilma Rousseff e seu governo se fortalecem. Registro a verdade factual: os substitutos habilitam-se a desempenhos afinados com a linha desejada pela presidenta, ao contrário de quem os precedeu, bem ou mal herdado do governo anterior. É passível de pasmo a constatação das diferenças de pensamento entre Dilma e um ou outro dos defenestrados, e de fundo desconforto o envolvimento de alguns em episódios de corrupção. Resta o fato de que os novos ministros são da inegável confiança de quem os comanda, enquanto cresce em popularidade.
Ninguém duvida do propósito presidencial de executar a faxina até as últimas consequências, ainda que no caso da mudança da guarda no Ministério do Esporte Dilma não tenha escapado às injunções da chamada governabilidade, a bem desta o PCdoB mantém o cargo. O que não está de todo clara é a intenção dos órgãos midiáticos ao divulgarem suas denúncias. Pretendem criar problemas ou iluminar o caminho do governo? À margem de qualquer consideração a respeito do sensacionalismo vendedor, o tom das denúncias e a pronta, coral, adesão dos fiéis do pensamento único justificam algumas suspeitas. Cabe imaginar o propósito de afastar Dilma de Lula, sem contar aqueles que desde já, precocemente, vislumbram com temor a possibilidade da reeleição da presidenta daqui a três anos.
*Leia matéria completa na Edição 670 de CartaCapital, já nas bancas

ONGs, OSCIPS E CORRUPÇÃO...O CÂNCER DEIXADO PELO NEOLIBERALISMO

As ONGs – Organizações Não Governamentais -, entidades sem fins lucrativos foram originalmente instituídas para “estimular e promover ações políticas das populações excluídas com o objetivo central de construir uma sociedade fundada nos valores da democracia na busca de mais liberdade, igualdade, diversidade, participação e solidariedade.” Sua utopia inicial era a de “ajudar a construir a sociedade democrática com que todos sonham”.
Em março de 1999, no início do segundo quadriênio do governo FHC, entrou em vigor a lei nº 9.790, que possibilitou que pessoas jurídicas – grupos de pessoas ou de profissionais – se qualificassem junto ao Poder Público para estabelecer parcerias e convênios, atendidos certos pré-requisitos a serem examinados e comprovados junto ao Ministério da Justiça. Surgem as OSCIPs – Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público. Não esquecer que estamos no auge das políticas neoliberais do segundo governo “fernandiano”, cujos eixos centrais eram o “Estado mínimo” e um gigantesco programa de privatizações. Estimulava-se a formação do chamado “Terceiro Setor”, formado por ONGs e OSCIPs visando reduzir o tamanho e as atividades do Estado via transferência de recursos públicos para entidades privadas. Um setor público “enxuto” passaria a dividir com elas os encargos de gestão, controle e prestação de contas.
 Independente da avaliação do acerto ou do desacerto das políticas de estímulo ao Terceiro Setor e de criação de ONGs, a é verdade é que elas “pegaram”. A idéia contou com sólido apoio e iniciativas, a esquerda e a direita. Segundo o IBGE, em 2005 já tínhamos no Brasil quase 350 mil ONGs.
Decorridos alguns anos já é possível afirmar que a extraordinária proliferação de convênios firmados pelas ONGs e OSCIPs com as três esferas de governo – União, estados e prefeituras – contribuiu para o aumento do desvio de recursos públicos. Não seria exagero dizer que as atividades do Terceiro Setor “escancararam as portas da corrupção” no país.
Os anúncios de desvios, superfaturamento, pagamentos realizados sem contrapartida são diários, fazem parte do nosso cotidiano. Esta semana tivemos o episódio Ministério de Esportes, Orlando Silva. Embora a origem da denúncia – a Veja – seja altamente suspeita em decorrência da parcialidade e da falta de credibilidade da revista e do próprio denunciante, tudo indica que há sérios problemas.
Há também a indesejada proliferação dos convênios da Prefeitura com entidades privadas para manter escolas de educação infantil. Hoje são mais de duzentos. O problema é que o poder público ao dividir a gestão abre espaços para que se perpetuem privilégios no gozo de um serviço essencial, universal a ser prestado segundo um critério social. No caso do número de vagas ser inferior ao de pretendentes, deve ser contemplada a família de menor renda e com maior número de filhos. Pois isso não acontece quando a administração é entregue aos interesses particulares. Há um caso extremo: Prefeitura mantém uma escola infantil com a Ugapoci que destina 40% das vagas aos filhos de seus associados.
 A conclusão que se chega é de que a proliferação dos convênios no Brasil ocorreu porque é uma forma de materializar a relação público-privado sem que se cumpram os ritos da licitação pública. Evita-se atender as exigências da lei 8.666, assumindo os riscos de uma relação negocial perigosa. Por trás da “fundação universitária”, da “associação comunitária”, da “cooperativa de servidores” se escondem interesses bem particulares, muitas vezes escusos: familiares eivados de nepotismo ou até partidários, dentre muitos outros.
A porta está aberta, traz prejuízos, deve ser fechada. A licitação e o contrato devem ser a regra, o convênio a exceção e para acordos específicos e de pequeno valor. De preferência firmado entre entes públicos.

Por Paulo Muzell

ARAÇATUBA: POSSE DO CONSELHO MUNICIPAL DE POLÍTICAS CULTURAIS

O Conselho Municipal de Políticas Culturais tomou posse na tarde desta quarta-feira (26) em cerimônia realizada no auditório do Paço Municipal. Além dos membros, participaram o prefeito Cido Sério e o secretário de Cultura, professor Hélio Consolaro. O Conselho foi instituído pela Lei Municipal nº 7.152 de 31 de agosto de 2009.

Os integrantes não são remunerados, sendo as atividades consideradas de interesse público relevante. O mandato é para o biênio 2011/2013 e começa a partir da posse. O Conselho Municipal de Políticas Culturais é deliberativo.

O secretário Hélio Consolaro agradeceu a colaboração dos integrantes da primeira formação, sendo que muitos foram reempossados. “Trabalhamos em conjunto para construir a política cultura de Araçatuba e obtivemos sucesso. O empenho de vocês foi fundamental e não estão aqui à toa; representam um determinado grupo e isso é uma honra”, enfatizou o secretário.

O prefeito Cido Sério disse que tem uma relação antiga e apaixonada com a cultura de Araçatuba. “Estamos reconstruindo a política de cultura em pouco tempo e isso não é uma coisa que se faz só. Todos tinham vontade de reabrir o Teatro Castro Alves durante estes 20 anos, mas é preciso ter vontade e determinação política para fazê-lo. Minha alegria maior é que as coisas estão acontecendo”, disse o prefeito de Araçatuba. “Tenho certeza de que vocês vão dar conta do recado, como têm feito”, finalizou.

O conselho é composto por representantes da Secretaria Municipal de Cultura, da Prefeitura Municipal, Câmara dos Vereadores. Também fazem parte:

- Conselho Municipal de Patrimônio Histórico, Artístico e Arquitetônico de Araçatuba/
- Conselho Municipal do Idoso;
- Conselho das Sociedades ou Associações de Amigos de Bairros;
- Fundação Educacional Araçatuba;
- Secretaria Estadual da Cultura ou entidades afins: Oficina Cultural Silvio Russo;
- Instituições de Ensino: Unesp, Unip, Unitoledo, Unisalesiano, Thathi/COC;
- SESC, SENAC, SESI, SENAI, SEST/SENAT;
- Sindicato do Comércio de Araçatuba;
- Associação Cultural Nipo-Brasileira;
- Associação Cultural Afro-Brasileira;
- Representantes do Teatro, Artes Plásticas, Audiovisual (cinema, TV e vídeo), Música, Dança, Cultura Popular – Folclore, Bibliotecários, Mídias Livres, Artes Gráficas e Digitais, Jornalismo, Fotografia, Artesanato;
- Academia Araçatubense de Letras;
- Produtores Autônomos de Espetáculos Culturais;
- Empresas Produtoras de Espetáculos Culturais;
- Escolas de Samba e demais unidades carnavalescas.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

GERALDO ALCKMIN IMPEDE INVESTIGAÇÃO SOBRE CORRUPÇÃO EM SÃO PAULO

Base enterra investigação sobre venda de emendas

Sem produzir um relatório, Conselho de Ética conclui trabalhos depois de rejeitar a convocação de 17 testemunhas e parlamentares

 A bancada governista na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), capitaneada pelo líder do PTB, Campos Machado, enterrou no início da tarde desta quinta-feira as investigações do Conselho de Ética sobre o suposto esquema de venda de emendas parlamentares. Os governistas membros do conselho aprovaram um requerimento de Machado que determina o envio imediato do material colhido durante um mês de trabalhos ao Ministério Público.

O conselho terminou seus trabalhos sem produzir nem sequer um relatório. Na verdade, o conselho não possui mais um relator já que o ocupante do cargo, José Bitencourt, trocou o PDT pelo PSD e seu antigo partido reivindica o posto.
Durante um mês, o conselho se limitou a apreciar questões estatutárias e burocráticas. A única pessoa ouvida foi o deputado Major Olimpio (PDT), da oposição. Dezessete requerimentos pedindo a convocação de testemunhas, deputados, ex-deputados, ocupantes e ex-ocupantes de cargos no governo estadual que teriam ligações com o esquema foram barrados pela base governista na Alesp.
Apenas três requerimentos foram aprovados convidando os deputados Major Olimpio e Roque Barbiere (PTB, autor das denúncias) e o ex-deputado Bruno Covas (PSDB), atual secretário estadual do Meio Ambiente.

Barbiere e Covas enviaram respostas por escrito e não compareceram ao conselho.
Campos Machado não soube dizer qual o teor do material que será enviado ao Ministério Público. Questionado por jornalistas, recorreu a ofensas acusando repórteres de fazerem perguntas “vergonhosas” e “cretinas”.
“No meu partido não tem essa pressão moral”, admitiu Machado, aliado fiel dos sucessivos governadores tucanos desde a posse de Mário Covas, em 1995.
A investigação no Conselho de Ética terminou sem que o órgão cumprisse sua própria pauta. Quatro requerimentos da oposição foram ignorados e nem chegaram a ser apreciados.
A oposição reagiu com indignação.
“Isso é vexatório porque não existe absolutamente nada. Uma grande pizza será enviada ao Ministério Público”, disse o deputado João Paulo Rillo (PT).
O Conselho de Ética tinha como objetivo investigar as declarações feitas pelos deputados Barbiere e Covas sobre a existência de um esquema de venda de emendas na Alesp. Barbiere chegou a dizer que deputados agem como camelôs. Covas, que é pré-candidatodo PSDB à prefeitura de São Paulo, declarou em entrevista que foi procurado por um prefeito do interior que tentava lhe entregar R$ 5 mil referentes aos 10% de propina pela liberação de uma emenda de R$ 50 mil. Em vez de denunciar o caso ele teria encaminhado o dinheiro a uma instituição de caridade.
CPI
Com o fim dos trabalhos no conselho, a oposição liderada pelo PT se concentra em tentar as 32 assinaturas necessárias para protocolar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da venda de emendas na Alesp.
O autor das denúncias, Barbiere, foi o 30º deputado a assinar o pedido, na noite de quarta-feira. Barbiere é da base governista.
Em outro flanco a oposição tenta promover uma ampla mobilização popular para pressionar os deputados. Um ato promovido por movimentos populares e sindicatos está marcado para a tarde desta quinta-feira na frente da Alesp.


Ditadura acaba, mas O Globo continua


NOVA INDEPENDÊNCIA CONTEMPLADA COM NOVO PRESIDIO

O governo do estado de São Paulo vem tentando aumentar onúmero de presídios em São Paulo. Para muitas cidades a população cresceu muitoe também aumentou a violência. Para termos uma idéia um presídio de 800 presosrepresenta uma população flutuante de mais de 2 mil pessoas para visitar seusfamiliares.além do mais as famílias tem de custear os presos e comprar produtosde higiene pessoal.
Em 2008, o governo paulista contratou a CPOS (Companhiapaulista de obras e Serviços) foi contrata por quase R$ 3 milhões  para conseguir o licenciamentoambiental, necessário para qualquer obra, de unidades prisionais nas seguintescidades: Santos, SãoVicente, Bom Jesus dos Perdões, São Roque, Mogidas Cruzes, Ourinhos, Jardinópolis, Itatinga, Santa Cruz da Conceição,Bernardinode Campos, Aguaí, Urupês, Araraquara, Florínea e Taquarituba/SP.Veja abaixo areprodução do contrato assinado em 23 de junho de 2008.
De acordo com o Aditamento publicado no início deste mês o município de Urupês foi substituido por  Nova Independência, Região de Araçatuba. 

Na última década o grande número de Unidades Prisionais construidas transformou cidades do oeste do Estado no "Texas paulista", apelido dado pelos próprios detentos por causa da distância da capital e do rígido sistema carcerário. Os municípios  que formam um corredor de penitenciárias na região viram a criminalidade aumentar, principalmente o número de roubos e furtos, em média, 84,7%.

Com o declínio da agricultura, base da economia e fonte de empregos, os municípios passaram a receber penitenciárias, a partir da segunda metade dos anos 1990. Líderes regionais foram seduzidos pela possibilidade de conseguir trabalho para os habitantes e dar estímulo ao comércio. De quebra, ganhariam também com o aumento na arrecadação de impostos. Junto, porém, surgiram outros problemas além da insegurança.
 O setor de saúde é mais afetado do que a própria segurança porque os recursos destinados aos moradores são divididos com a população carcerária, que tem prioridade no atendimento.

Veja abaixo:

Extratos de Aditamentos de Contratos de futuras Unidades prisionais.
Publicado no D.O. Executivo I
Extrato de Aditamento de Contrato
Processo SAP/GS 613/2008
Contrato 23/2008
2º Termo de Aditamento
Contratante: Secretaria da Administração Penitenciária
Contratada: Companhia Paulista de Obras e Serviços - CPOS
Objeto do Contrato: Prestação de serviços técnicos especializados
de arquitetura e engenharia objetivando o licenciamento
ambiental de unidades prisionais nos municípios de Santos, São
Vicente, Bom Jesus dos Perdões, São Roque, Mogi das Cruzes,
Ourinhos, Jardinópolis, Itatinga, Santa Cruz da Conceição,
Bernardino de Campos, Aguaí, Urupês, Araraquara, Florínea e
Taquarituba
Objeto da alteração: Aumento no valor do contrato de R$
176.341,70, perfazendo um total de R$ 3.175.067,13; Aumento
na vigência em 1.361 dias, perfazendo um total de 1.826 dias,
alterando seu término de 30/09/2009 para 23/06/2013; Alteração
do Município de Urupês por Nova Independência.
Como
consequência as cláusulas primeira, segunda, terceira, quarta,
quinta e décima segunda foram alteradas; Todas as demais
cláusulas que não os expressamente modificados no presente
termo, ficam ratificados.

UG: 380101
UO: 38001
Nota de Empenho: 2011NE00445
Valor: 176.341,70
Programa de Trabalho: 14421380118970000
Fonte: 001001001
Natureza Despesa: 44905111
Data da assinatura: 11/10/2011


com informações: http://searadionaotoca.blogspot.com/

Barbiere acusa colega da Assembleia de SP de vender emenda

Quase um mês após ter denunciado suposto esquema na Casa, deputado aponta nome de Dilmo dos Santos (PV), que nega acusação

O deputado Roque Barbiere (PTB), pivô das acusações de venda de emendas na Assembleia Legislativa de São Paulo, apontou na terça-feira, 25, à noite, em discurso no plenário, o primeiro nome de um colega que seria suspeito de integrar o esquema. Trata-se de Dilmo dos Santos (PV), um dos membros do Conselho de Ética. Conforme o petebista, o parlamentar fez sete indicações negociadas para cidades do interior.
"A imprensa, sem que eu desse um nome, já podia investigar. Por exemplo, essa eu já assumo, o membro do Conselho de Ética José Dilmo mandou para a minha região sete emendas para fazer barracões, todas de R$ 150 mil, para caracterizar a carta-convite. Logicamente, só foi por isso", disse Barbiere. "A imprensa, não foi o deputado Roque Barbiere, foi a Lourdes (SP) entrevistar o prefeito Franklin. Perguntaram para que serviria o barracão. Ele disse que não sabia. Foram entrevistar o João, presidente da Câmara. Ele também disse que não sabia. O que significa? Que esse prefeito não correu atrás desta verba, ela foi oferecida a ele por alguém", disse.
Os barracões aos quais se referia são galpões multiuso indicados por Dilmo para cidades do interior. O único que o deputado verde admite ter saído de emenda da sua cota é o da cidade de Lourdes. Os outros, diz, foram indicações que fez ao governo, fora de sua cota.
Parte das informações trazidas à tona por Barbiere já haviam sido publicadas na imprensa.
O pivô das acusações ainda levantou suspeitas sobre a forma de contratação das empresas que, segundo ele, executam as obras. "Coincidentemente, três cartas-convite foram apresentadas pelo mesmo engenheiro. Isso é normal? Não é normal."
Convite. Barbiere voltou a sustentar que levará nomes e testemunhas ao Ministério Público e agradeceu o Conselho de Ética por tê-lo "convidado" a dar explicações. "Quero agradecer ao conselho que, por cortesia, me convidou em vez de convocar, pois se convoca bandido." Embora tenha ido à tribuna e prometa falar aos promotores, o deputado tem se recusado a comparecer ao Conselho de Ética, para o qual enviou um relato de diversas páginas em que não aponta nomes de parlamentares supostamente envolvidos no esquema.

Leia mais:

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Ato pela CPI da venda de emendas já!

Na quinta-feira, dia 27 de outubro, às 14 horas, a sociedade civil organizada realiza ato, em frente a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, para exigir a instalação de Comissão Parlamentar de Inquérito - CPI da venda de emendas.

A Bancada do PT, que elaborou o pedido da CPI, está coletando assinaturas entre os deputados. Até o momento 29 parlamentares assinaram, mas para que o pedido seja protocolada são necessários 32 signatários. Todos os 24 deputados do PT assinaram, além dos deputados Major Olímpio, Carlos Giannazi, Pedro Bigardi, Leci Brandão e Afonso Lobato.

O ato é promovido pelas entidades: CUT, CMP, UMM, MMM, FLM, Afubesp, Comitê Lutar não é Crime, Apeoesp, PT, PCdoB, Psol e PDT.

MANIFESTO

Pela imediata instalação da CPI da venda das emendas

Passado um mês da ampla divulgação das graves denúncias feitas pelo deputado governista Roque Barbiere (PTB) sobre desvio de recursos de emendas parlamentares por cerca de 25% a 30% dos deputados estaduais nada se apurou. O deputado não apresentou provas nem apontou nomes e, com isso, colocou sob suspeição toda a Assembleia Legislativa. Mencionou, também, diversos secretários e ex-secretários do governo do Estado aos quais alertou sobre as irregularidades sem que providências tenham sido tomadas.

Tão grave quanto foi a declaração do deputado licenciado do PSDB, atual secretário estadual de Meio Ambiente, Bruno Covas, ao relatar que, quando deputado estadual, um prefeito lhe ofereceu R$ 5 mil após liberação de uma emenda ao Orçamento.

Ao invés de oferecer denúncia ao Ministério Público e a Polícia, o deputado orientou o prefeito a doar para entidade beneficente o valor da propina. A versão posterior de que estaria se referindo a um caso hipotético não é verossímil, já que a entrevista está gravada e é evidente que narra episódio que aconteceu de fato.

Além disso, existem evidências de favorecimento, pelo governo estadual, a deputados da base aliado que obtiveram liberação de emendas em valores, muitas vezes, superiores aos fixados nos acordos entre Executivo e Legislativo que definiram a cota de emendas de cada parlamentar.

O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa convocado para investigar as denúncias dispõe de poderes limitados e, até o momento, em nada avançou na apuração dos fatos. Os requerimentos de informação ao Executivo e de convocação para depoimentos no Conselho, apresentados pelos deputados de oposição, não são aprovados e, semanas após sua instalação, ainda não ouviu ninguém.

Já em 2005 e 2006, na gestão anterior do atual governador Geraldo Alckmin, foi vetada, por duas vezes, proposta de alteração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que previa a individualização e o acesso irrestrito por qualquer cidadão à tramitação de emendas parlamentares. Propostas do mesmo teor foram reapresentadas anualmente pelos deputados da oposição e sempre rejeitadas por orientação do governo.

A não divulgação das informações sobre a execução orçamentária das emendas parlamentares é uma demonstração da total falta de transparência que perpassa toda a administração do governo do Estado de São Paulo.

Diante do exposto, nós, abaixo assinados, exigimos a imediata instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar as denúncias de desvio de recursos públicos, e a urgente aprovação de medidas, por parte da Assembleia Legislativa, que obriguem o governo a dar total transparência na execução do Orçamento Estadual, inclusive no que se refere às emendas parlamentares.

Outubro de 2011.

Central Única dos Trabalhadores – CUT
Central de Movimentos Populares – CMP
União dos Movimentos de Moradia – UMM
Marcha Mundial das Mulheres
Frente de Luta por Moradia – FLP
Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de SP – APEOESP
Associação dos Funcionários do Grupo Santander, Banesprev e Cabesp – Afubesp
Comitê Lutar não é Crime
PT
PC do B
PSOL
PDT

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A agonia do PSDB em seu berço paulistano

O PSDB sempre foi um partido paulista e paulistano. Desde que foi criado como uma dissidência da ala anti-Quércia do PMDB, nos anos 1980, sairam de São Paulo todos os seus candidatos à presidência da República: Mario Covas, em 1989; FHC, em 1994 e 1998; José Serra, em 2002 e 2010, e Geraldo Alckmin, em 2006.
Agora, a menos de um ano das eleições municipais de 2012, o PSDB não consegue encontrar um candidato viável a prefeito em seu berço paulistano.
Alijados do poder federal desde 2002, divididos internamente, sem novas lideranças e sem um discurso capaz de emocionar a maioria do eleitorado, os tucanos vivem um tempo de agonia, sem qualquer perspectiva de sair do buraco tão cedo.
Já apareceram os nomes de vários possíveis candidatos, nenhum deles com densidade eleitoral para chegar ao segundo turno, discute-se se o partido fará prévias e quando isso deve acontecer, mas o fato é que no momento o PSDB está vendo ameaçada a sua hegemonia de duas décadas em terras paulistas.
Pouco importa se o candidato do PT, seu eterno principal adversário, será Fernando Haddad, como quer Lula, ou mais uma vez Marta Suplicy, como quer Marta Suplicy. O problema é que o PSDB não tem um nome forte para enfrentá-los e, o que é pior, não tem a menor ideia do que dizer ao eleitorado.
Mais uma vez, quem percebeu a gravidade da situação foi o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que falou o óbvio no colóquio promovido no último final de semana, em São Paulo, no lançamento do portal "Sua Metrópole".
"Ou chegamos mais perto ou o fosso entre o homem público e a sociedade aumentará", advertiu FHC, em sua fala de 38 minutos, em que propôs "maior proximidade com paulistanos da periferia", no período de definição de seu candidato a prefeito.
A distância entre a teoria e a prática, no entanto, pode ser medida pela própria escolha do local do evento: o auditório da FAAP, centro universitário chique do nobre bairro de Higienópolis, onde moram FHC e outros cardeais tucanos. Periferia? A maioria dos presentes certamente não tinha a menor ideia de onde fica e como chegar lá.
Um sintoma desta dificuldade tucana foi a forma como o maior jornal paulista, a "Folha de S. Paulo", noticiou o evento da FAAP em sua edição de sábado: na coluna social.
Em duas notas, a colunista Monica Bergamo anunciou o discurso de FHC sobre "metrópole sustentável" e informou que o partido quer trazer Rudolfph Giuliani, ex-prefeito de Nova York, para participar de um próximo encontro. Giuliani, como todos sabem, certamente causará o maior furor em Sapopemba.

Certa vez, quando era prefeito de São Paulo, Mario Covas reuniu seus secretários num ônibus para apresentá-los à tal da periferia e aos problemas de quem vive longe do centro paulistano.
Ao perceber durante a viagem que o ônibus estava sendo seguido por um comboio de carros pretos dos senhores secretários, com seus respectivos motoristas, Covas perdeu a paciência e deu uma ordem para todos voltarem.
"Vocês vieram de ônibus comigo e voltarão de ônibus comigo. Podem mandar os carros embora".
O evento da FAAP marcava o primeiro encontro dos pré-candidatos do PSDB (Bruno Covas, neto do próprio, Andrea Matarazzo, José Anibal e Ricardo Tripoli) para falar sobre a campanha municipal, mas o governador Geraldo Alckmin e o ex-governador José Serra não deram as caras, mostrando o grau de união no partido e o interresse dos tucanos pelos destinos da maior cidade do país.
José Serra, que tem aparecido mais nas colunas sociais do que no noticiário político, se auto-descartou da corrida municipal porque quer se preservar para a sucessão de Dilma, em 2014, mesmo tendo sido derrotado internamente nas disputas municipal, estadual e nacional do comando partidário.
Serra está absolutamente isolado e já se fala até numa possível mudança de partido _ para o recém-nascido PSD, do seu aliado Gilberto Kassab, ou o PPS, do sempre fiel Roberto Freire.
Fora ele, Alckmin e FHC, que há tempos decidiu não ser mais candidato a nada,  quem sobrou de liderança tucana importante em São Paulo?

A maior humilhação para os tucanos históricos será a aliança do PSDB com o PSD que está sendo costurada por seguidores de Alckmin e Kassab para enfrentar o candidato do PT. É a única chance do partido disputar as eleições com chances de vitória.
A grande questão é que, se tudo der certo na costura da aliança, a rendição tucana estará consumada. O PSD quer a cabeça de chapa para o vice-governador Guilherme Afif (ou o recém-chegado Henrique Meirelles) e o PSDB entraria com o vice, que pode ser qualquer um dos seus pré-candidatos.
Para aliviar um pouco o clima de baixo astral, a boa notícia para o terreiro tucano neste final de semana foi o anúncio de que o "emendoduto" denunciado pelo deputado Roque Barbieri, que envolveria o governo estadual e um terço dos deputados para desviar verbas do orçamento, deverá ser definitivamente enterrado pelo Conselho de Ética da Assembléia nos próximo dias.
E o que pensa a respeito o caro leitor do Balaio? Que futuro têm os tucanos em São Paulo?

by: balaio do kotscho

MENSALÃO TUCANO: Alckmin manda base aliada enterrar investigação do mensalão das emendas

Integrante da base aliada ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) tentou encerrar, no Conselho de Ética, a apuração das denúncias feitas pelo petebista Roque Barbiere segundo quem de “25% a 30%” dos deputados da Casa negociam emendas parlamentares. Antes mesmo de se produzir relatório final e tendo ouvido uma pessoa, o pedetista Major Olímpio, Campos Machado (PTB) propôs, como questão de ordem ao presidente do colegiado, Hélio Nishimoto (PSDB), que as informações colhidas fossem enviadas ao Ministério Público e os trabalhos, encerrados.

“Começo a verificar que os limites do Conselho de Ética já se esgotaram”, disse Campos Machado, correligionário de Barbiere e “líder” governista no conselho. Consciente de que sua proposta encontraria obstáculos, o líder do PTB afirmou que é “preciso ter coragem“, pois a “coragem vence o medo”. Aliado de Machado e integrante do conselho, José Bittencourt (PDT), defendeu a ideia, alegando que o Conselho é pautado na apuração da quebra de decoro parlamentar de deputados e que, até agora nenhum nome de deputado foi citado. Mas Nishimoto decidiu ser necessária a produção de um relatório para que os trabalhos possam ser encerrados. O próprio Bittencourt será relator.

Assim como nos outros encontros, apurações sobre

quebra de decoro deram lugar a troca de farpas. “Hoje estamos temperando a pizza que será levada ao forno e servida semana que vem”, disse João Paulo Rillo (PT).

Presente à sessão, a corregedora da Casa, Célia Leão (PSDB), pediu a palavra por três vezes para dar sua opinião sobre os trabalhos do conselho. No início do encontro, após pedir que Olímpio se concentrasse apenas em temas relativos ao colegiado, ela questionou o presidente e os membros sobre a possibilidade das investigações serem encaminhadas à Corregedoria. Ao final, expos seu descontentamento a ineficiência da comissão. “A reunião de hoje foi ipsis literis, como a de quinta passada. O conselho não tem produzido aquilo que esperamos”.

Major Olímpio

Como antecipou o JT, Major Olímpio (PDT) levou ao Conselho de Ética da Assembleia o nome da dirigente de entidade que teria lhe contado “artimanhas” usadas por alguns deputados para desviar dinheiro de emendas. Teresa Barbosa, da ONG Centro Cultural Educacional Santa Terezinha, segundo o pedetista, está disposta a depor. Mas a ação da base governista, que pretende finalizar os trabalhos do conselho na próxima quinta, pode impedir que ela dê nomes.

Olímpio, único que depôs ao colegiado até agora, repetiu ter ouvido de Teresa que ela foi sondada por deputados para sua entidade servir de “ponte” para que outras instituições, que não estão regularizadas, recebessem parte da verba do governo. Questionado se ela não havia citado nomes, Olímpio disse que ela evitou falar temendo represálias.

O pedetista ainda acusou o colega de partido e membro do conselho, José Bittencourt, de ter um PM “fantasma” no gabinete. “Não tem nada irregular nisso, pode questionar a Mesa Diretora”, disse Bittencourt.Informações JT
 

domingo, 23 de outubro de 2011

NÓS ELEGEMOS DILMA PRESIDENTA, NÃO CONFIAMOS NA MÍDIA

Nenhuma novidade no front, mas o óbvio ululante precisa ser reiterado. A mídia continua agindo com o mesmo modus operandi que usou contra o governo Lula. Ela come pelas beiradas, com a idéia fixa de acabar com a base de apoio da presidenta Dilma, enfraquecer o governo e municiar a oposição com assuntos para ter o que explorar nos programas  eleitorais.  A única diferença é que mídia não está mais  sendo só oposição, ela desandou a  governar.  Agora determina quem deve permanecer  ministro  e quem  eles não querem.  Por razões  escusas, sabe-se lá quais,  a mídia escolhe  quem deve cair. Nós elegemos a presidenta Dilma Rousseff para governar o país. Ela é a mandatária, é a chefe máxima  da Nação. Nós não elegemos o Civita, o Frias, os Mesquitas ou os Marinhos para  governar o país.
 A presidenta Dilma e o governo do PT  e de seus aliados têm que tomar providências urgentes para reagir contra a tomada do poder pela mídia e seus aliados políticos do PSDB/DEM/PPS, jornalistas e políticos  sem escrúpulo, safados e  abestalhados.  Não estou falando em censura da imprensa, muito menos em prisão imediata desses calhordas, nem estou clamando por atos de violência. Falo de justiça, de processos criminais e civis contra caluniadores e difamadores.  A lei de imprensa tem que mudar,  e rápido.  Quando a imprensa publicar qualquer matéria sobre  quem quer que seja, tem que publicar junto com a acusação, ou suspeita de malfeitos, de corrupção,  a defesa, o testemunho de quem está sendo acusado. Tem que ouvir o acusado  e só depois publicar a matéria.  Devem dar a oportunidade de o  denunciado se defender, de contestar as acusações na mesma matéria que está sendo acusado. O denunciado pela mídia tem o direito de saber  que vai ser noticiada uma  denúncia contra ele, e a oportunidade de esclarecer, de ser entrevistado, de demonstrar que a denúncia não é verídica. O que está acontecendo hoje é um "tribunal  de exceção  midiático":  a imprensa acusa, julga e condena conforme os seus interesses.

Desde a eleição do presidente Lula a mídia perdeu a compostura, jogou a ética no lixo, tentou e continua tentando,  sem nenhum  pudor, derrubar um governo legítimo, eleito pelo povo.  Ela não esconde mais e nem disfarça que  não é imparcial, declara abertamente que é contra o governo do PT.  Nós que elegemos a presidenta Dilma, queremos ela governando,  queremos ela determinando os rumos  do país, queremos que ela  decida quem serão seus ministros, quem fica ou sai do governo por sua  exclusiva  determinação.  E assim tem que ser com os escolhidos para o  STF, para as diretorias de estatais.  Nós que elegemos a presidenta Dilma confiamos nela e nas suas decisões. Nós não confiamos, não acreditamos e não elegemos a mídia e muito menos a oposição.

Jussara Seixas

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

MENSALÃO DO ALCKMIN: CPI PARA OS TUCANOS ?????

O deputado Bruno Covas chegou a admitir ter sido procurado por um prefeito, que lhe ofereceu 10% do valor que o Município receberia.

NÃO CONSEGUIRAM ABAFAR O ESCÂNDALO DAS EMENDAS PARLAMENTARES

ESCÂNDALO EXPÕE ABSURDO DAS EMENDAS PARLAMENTARES

Por Marcelo Semer, de São Paulo, no “Terra Magazine”

“O recente escândalo na Assembleia Legislativa de São Paulo nos dá oportunidade de perceber o absurdo das emendas parlamentares.

O deputado Roque Barbieri (PTB) declarou em entrevista que cerca de um terço dos deputados estaduais vende suas emendas, recebendo, em troca, percentuais dos valores reservados para as respectivas obras.

O também deputado Bruno Covas (PSDB), atualmente secretário do Meio Ambiente do governo Alckmin, chegou a admitir ter sido procurado por um prefeito, que lhe ofereceu 10% do valor que o Município receberia.

Soube-se, então, por intermédio de reportagens do jornal “O Estado de S. Paulo”, que a origem e destinação das emendas da assembleia paulista [composta por maioria tucana, eram escondidas e] não eram tornadas públicas e, quando o foram, em razão do episódio, mostraram alguns deputados que apadrinhavam obras de lugares de onde jamais receberam votos. Isso só aumentou a suspeita sobre a negociação das emendas.

O jornal apurou, ainda, que até mesmo deputados federais paulistas tinham, por vias transversas, acesso a essas emendas.

Roque Barbieri já ficou conhecido como o 'Roberto Jefferson' da Assembleia Legislativa, referência ao deputado federal que em entrevista-bomba denunciou a existência de mensalão na Câmara dos Deputados.


Mas, em São Paulo, dificilmente a questão resultará na abertura de uma CPI, pela forte resistência do bloco governista [PSDB], amplamente majoritário na casa [que há mais de 16 anos impede notícias e investigações contra os governos tucanos].

Independentemente da veracidade ou não da negociata das emendas parlamentares, é preciso entender que a perversão reside na própria existência [escondida pelo governo tucano e abafada pela mídia (direitista)] delas.

A ideia de que deputados tenham uma cota do orçamento para distribuir a seus currais eleitorais é a mais pura expressão do patrimonialismo e da fisiologia [tucanos].

O dinheiro do orçamento, o conjunto dos gastos públicos, deve ser dirigido a obras prioritárias, construções e serviços que mais demandam a intervenção do poder público. E não necessariamente aos lugares mais bem representados, mais providos de deputados ou senadores.

Que os parlamentares possam fazer parte das escolhas do orçamento, compartilhando as responsabilidades com o governo, é aceitável. Afinal, a eleição das prioridades é também um atributo da política.

Mas daí a que sejam agraciados com cotas apadrinhadas às suas bases vai uma enorme distância.

Deputados mantêm rincões eleitorais com favorecimentos às suas cidades e são continuamente reeleitos também em razão das verbas que conseguem destinar a elas. Cria-se um círculo vicioso que na verdade os reduzem, na melhor das hipóteses, à condição de despachantes.

Mas e as cidades que não elegeram parlamentares, como fazem?

As denúncias do deputado Barbieri e as reportagens do “Estadão” oferecem uma pista.

O problema das emendas parlamentares não é apenas paulista, tampouco federal.

É a própria estrutura que em si alimenta a formação de coronéis locais, estimula a distribuição de verbas como favores e instaura a negociação privada do interesse público.

Quando a verba estatal é endereçada a uma cidade com o carimbo de um deputado, pode-se ter a impressão que é ele e não o município que merece a atenção dos governos.

A coisa pública e as causas políticas, todavia, devem estar acima do critério da pessoalidade, no contexto de uma democracia republicana.

É preciso empregar a energia da indignação contra a corrupção e alterar as estruturas viciadas e não desperdiçá-la para apenas alavancar a luta partidária.

Porque, se o sistema é em si desigual e fisiológico, se é suscetível ou permeável ao patrimonialismo, não tenhamos ilusões. Todos se aproveitarão dele.”

FONTE: escrito por Marcelo Semer, Juiz de Direito em São Paulo. Foi presidente da Associação Juízes para a Democracia. Coordenador de "Direitos Humanos: essência do Direito do Trabalho" (LTr) e autor de "Crime Impossível" (Malheiros) e do romance "Certas Canções" (7 Letras). Responsável pelo “Blog Sem Juízo”. Publicado no portal “Terra Magazine” (http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI5421292-EI16410,00-Escandalo+expoe+absurdo+das+emendas+parlamentares.html) [título e trechos entre colchetes adicionados por este blog ‘democracia&política’].

P.S. deste blog ‘democracia&política’

O PSDB diz que as CPIs, que tanto insistem abrir por qualquer "suspeita" plantada pela mídia tucana contra o governo federal, contra os governos tucanos não valem, "são conversa mole”

Ver o que publica o jornal tucano “Folha de São Paulo”:

VENDA DE EMENDAS

Para o presidente da Assembleia de SP, CPI é 'conversa mole'

DE SÃO PAULO - O presidente da Assembleia de SP, Barros Munhoz (PSDB), criticou ontem a defesa do PT de uma CPI para investigar a suposta venda de emendas [secretas] por deputados.

"CPI, no Brasil, só vocês da imprensa acreditam, mais ninguém", disse. "É conversa mole, coisa para enganar."

Ele afirmou ter as mesmas razões que fazem o PT barrar comissões no Congresso.

A oposição a Geraldo Alckmin (PSDB) diz que precisa de mais três assinaturas para pedir CPI sobre o esquema.

O Conselho de Ética, que apura o caso, não consegue há mais de 15 dias apoio para levar alguém para depor.

FONTE: jornal tucano “Folha de São Paulo" (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/po2010201123.htm) [introdução e trechos entre colchetes acrescentados por este blog 'democracia&política'].


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Voz da oposição é santista. De direito

Nesta sexta-feira (dia 21), às 19 horas, a vereadora Cassandra Maroni Nunes recebe o título de cidadã santista. A homenagem, proposta pelo vereador Marcus de Rosis (PMDB), será no plenário Dr. Oswaldo de Rosis, na sede nova da Câmara (Castelinho)

CRAS do Jussara recebe projeto "Prefeitura no Bairro"

A Zona Sul de Araçatuba recebeu parte da estrutura administrativa do Governo Municipal, nesta sexta-feira (21). A região sediou mais uma edição do projeto "Prefeitura no Bairro", na Escola Municipal Antônio Rodrigues Martins Neto, no bairro Clóvis Picolotto. A atividade iniciou por volta das 9h, com encerramento às 16h30.
Presente no evento, o prefeito Cido Sério fez reuniões com lideranças comunitárias e políticas, empresários e profissionais da Educação. Na oportunidade, o chefe do Executivo falou da importância do “Prefeitura no Bairro” e enumerou algumas ações da Administração Municipal para a Zona Sul.
Ele destacou a instalação de um CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) no Jussara, revitalização do CSU (Centro Social Urbano), melhorias na malha viária e articulação para que a região recebesse uma sede do Corpo de Bombeiros. Cido Sério ainda parabenizou os funcionários públicos envolvidos com o projeto “Prefeitura no Bairro”, cuja coordenação é da Secretaria Municipal de Participação Cidadã.

CIDADANIA
Também participaram da atividade o vereador Rivael Papinha, secretários municipais, estudantes da escola-sede do evento e moradores da Zona Sul. Na oportunidade, a secretária municipal de Assistência Social, Cidinha Lacerda, fez referência aos alunos. “Eventos como este são muito importantes, como lição de cidadania para as crianças crescerem envolvidas na cultura da participação”, destacou.
Entre os serviços oferecidos estavam solicitação de poda, muda e plantio de árvores, segunda via da conta de água, além de reparos em áreas e equipamentos públicos. Na oportunidade, Donizete Aparecido Rossi, 55 anos, do bairro Lago Azul, pediu retirada e poda de árvores. Ele foi atendido pelo estande da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade.

PROXIMIDADE
Segundo Rossi, o aspecto que torna importante a iniciativa da prefeitura é que a ação permite proximidade entre os gestores públicos e a população. “O projeto é ótimo porque, se você tem uma reivindicação a fazer, não precisa ir longe, (a estrutura) está aqui perto”, disse.
Quem também utilizou os serviços do projeto foi a moradora do bairro Jussara, Amanda de Souza Silva, 22. Ela pediu informações sobre o programa “Minha Casa, Minha Vida”. Para a moradora, o projeto “Prefeitura no Bairro” permite que os munícipes tenham mais informações sobre a cidade.

CONHECIMENTO
“É legal porque a gente tem mais conhecimento das coisas, ficamos sabendo o que vai acontecer no bairro, em áreas como infraestrutura”. O Procon também esteve no local para atendimento aos consumidores, bem como o Banco do Povo, que oferece linhas de crédito para empreendedores
Ainda puderam ser feitas matrículas em projetos esportivos e culturais e aferição de pressão arterial e teste de glicemia. Um dos estandes mais movimentados foi o da Guarda Municipal, que prestou informações às crianças sobre a forma correta de soltar pipas e conscientizou as pessoas sobre os malefícios do uso de drogas.
 

MENSALÃO TUCANO: Estado deu verba para empresa de assessor de secretário de Alckmin

Barracão em Lourdes (SP) fruto de repasse para empresa
de um assessor do secretário Edson Aparecido
Funcionário de Edson Aparecido, braço direito do governador, teve exoneração publicada ontem

Dinheiro foi liberado no período em que tucano ocupava o cargo ; ele não foi localizado para comentar a contratação
O governo de São Paulo liberou R$ 150 mil para a empresa de um assessor do secretário de Desenvolvimento Metropolitano do Estado, Edson Aparecido (PSDB).
Aparecido é braço direito e um dos principais articuladores políticos do governador Geraldo Alckmin (PSDB).
Luiz Antonio Pereira de Carvalho, também filiado ao PSDB, foi exonerado do cargo. A demissão foi publicada ontem no "Diário Oficial", um dia depois de a Folha pedir explicações à secretaria.
Ex-prefeito de Guzolândia (noroeste paulista), Carvalho foi nomeado para o gabinete de Aparecido em junho deste ano. O processo que levou à escolha de sua empresa, a Solução Construções e Pavimentação, ocorreu no período em que ocupava o cargo.
A construtora foi contratada para erguer um barracão multiuso no município de Lourdes, também no noroeste de São Paulo.

 Folha mostrou que os envolvidos na obra não sabem que utilidade ela terá.
A obra é resultado de uma emenda do deputado estadual Dilmo dos Santos (PV). Dilmo destinou recursos para Lourdes mesmo não tendo atuação política na cidade, onde não recebeu votos.
A prática foi apontada pelo deputado Roque Barbiere (PTB) como indício da venda de emendas parlamentares.
Formalmente, Carvalho transferiu em 2009 a empresa para os nomes de sua mãe e sua mulher. Mas a mãe confirmou à Folhaque o ex-prefeito é o "dono da empresa".
Na secretaria, uma funcionária disse que o assessor não ficava "direto" ali, permanecendo "às vezes em São Paulo e às vezes na cidade dele [Guzolândia]".
A secretaria foi criada para desenvolver as regiões metropolitanas de São Paulo, Campinas e Santos, distantes do noroeste paulista.
Pré-candidato a prefeito, ele integra a Assembleia de Deus, a mesma igreja do deputado Dilmo dos Santos. A reportagem tentou contato com Carvalho, sem sucesso. Sua mulher disse que ele estava viajando.

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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

ATENTADO A JOSE SERRA COMPLETA UM ANO. COMEMORAÇÕES SERÃO NA AV. HIGIENÓPOLIS E PAULISTA

20 de outubro: Há um ano, Serra sofria um “atentado” que o fez morrer politicamente

Em 20 de outubro de 2010, 11 diasantes do segundo turno das eleições presidenciais, a direita golpista e o PIGestavam desesperados com o crescimento vertiginoso nas pesquisas de DilmaRousseff, o “poste” indicado pelo “apedeuta”. Ela só não venceu no primeiroturno porque a verde Marina Silva deu um fôlego a mais para a tropa das elitesreacionárias e tomou milhares de votos para si dos modernos e descoladosque, com certeza, iriam para a atual presidenta.

No período eleitoral, a mídia“democrática, isenta e imparcial” já tinha tentado de tudo para desbancar Dilma.Falaram que ela comia criancinha e que liberaria o aborto no Brasil; o bispo deGuarulhos divulgou panfletos “apócrifos” dizendo que o papa Ratzinger nãoqueria que ela fosse presidenta, além da ficha falsa publicada pela Folha e das capas da revista (da)marginal, a não-Veja, que semanalmente anunciava o fim do mundo.

Porém, na quarta-feira, dia 20 deoutubro de 2010, surgiu um fato inesperado, que o PIG logo tratou depotencializá-lo ao extremo. Durante uma caminhada pelo bairro de Campo Grande noRio de Janeiro, o demotucano José Serra, o “mais bem preparado dos candidatos apresidente”, sofreu um “atentado”, quando seu grupo de aliados entrou emconflito com os partidários da Búlgara Escarlate, como diria o Professor Hariovaldo.

Na confusão, Serra foi atingidona cabeça por um objeto. O ataque, que provocou imensa comoção nos meios decomunicação “democráticos, isentos e imparciais”, levou o candidato a suspendersua agenda. As Organizações Globo, em seus telejornais, ouviram as opiniões deseus “especialistas” para saber tudo: qual era o objeto, se a velocidade e opeso poderiam ter afetado o cérebro (?) do candidato... E passaram “n” vezes omomento do atentado.

Só que o SBT, que também cobria acaminhada, filmou a trajetória inteira do “projétil” até bater na careca doderrotadíssimo Serra. Era uma pequenina bolinha de papel. No vídeo abaixo, vocêpoderá ver (ou rever) a reação tranquila do demotucano após o impacto. Porém, Serrarecebe um telefonema, cerca de 20 minutos depois do “ataque”, e imediatamentecomeça a passar mal devido ao selvagem golpe desferido pelos petistas. Ocandidato foi levado até um hospital, onde o médico Jacob Kligerman explicouque o golpe havia sido na região occitoparietal, mas que não houve ferimentoaparente. Serra foi submetido a uma tomografia computadorizada para evitarcomplicações.

Ou seja, tudo não passou de umafarsa para tentar fazê-lo uma vítima. Porém, quem nasceu para ser Serra nuncachega a um Lacerda... No máximo, no máximo a um Rojas (cliqueaqui). Depois disso, Serra virou motivo de chacota até de seus companheirosde legenda. Agora, é presidente de um instituto que não serve para nada, nãoparticipa das decisões de seu partido e passa suas noites de insônia no Twitterfalando mal do governo. Como diria minha falecida avó: “Aqui se faz, aqui sepaga.”



 

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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Mensalão do Alckmin agora é oficial: deputado diz que governador conquista apoio com o esquema de venda de emendas






Em entrevista ao telejornal SPTV 2.ª Edição, o deputado estadual Roque Barbiere (PTB/SP), que denunciou o esquema de venda de emendas na Assembléia Legislativa de São Paulo, voltou à carga:
"Algumas pessoas vieram aqui voluntariamente e disseram: deputado, o que senhor disse é verdade, eu trabalhei com fulano de tal e vou lá depor... eu via chegar pacotes de dinheiro"
Depois completou: "... Fruto de venda de emenda."

Em seguida, disse que o governo tucano de Alckmin (e antes era de Serra) sabe e não faz nada:
"O governo fica de braços cruzados, porque é confortável para ele... porque mantém todo mundo refém, dependente destas emendas".
O vídeo do SPTV não é compartilhado, e o link é este:

http://g1.globo.com/videos/sao-paulo/v/deputado-ira-depor-apos-acusar-colegas-de-receber-propina-em-sp/1666936/

O deputado disse que irá denunciar em juízo aquilo que ele tem provas, e não diz nomes para proteger as testemunhas.

O promotor de Justiça Carlos Cardoso, que investiga o caso, informou que solicitará à Secretaria da Fazenda a relação de emendas ao Orçamento desde 2007.

Já fazem 3 meses que ocorreu a primeira entrevista do deputado Roque, e o governador Geraldo Alckmin até hoje não disponibilizou a relação de emendas desde 2007. O que mostra, ou tentativa de abafamento, ou descontrole, ou maracutaia.

A cada ano saem R$ 188 milhões dos cofres públicos paulistas em emendas. É valor muito alto para não ter controle rigoroso na hora que precisa consultar. (com informalções do Estadão e do SPTV) 


terça-feira, 18 de outubro de 2011

Ética do Cerra não enche uma ambulância superfaturada



Serra e o seu telhado de vidro


O senhor José Serra ressuscita hoje na internet, em seu blog e na imprensa que se socorre dele, para repercutir o caso das acusações ao Ministro do Esporte, Orlando Silva.


Claro que o Ministro tem a obrigação de explicar todos os seus atos. Mas não pode ser julgado apenas pelas declarações de um desviador de verba publicadas por uma revista.


Senão, teríamos de fazer o mesmo com o próprio senhor José Serra. Afinal, uma revista – a Istoé – diz que ele estava envolvido com os integrantes da “Máfia das Ambulâncias”, a partir das acusações dos empresários Darci Vedoin e seu filho Luiz Antônio, donos na Planam , que vendia as ambulâncias superfaturadas.


Descentralização, o remédio recomendado pelo senhor Serra como antídoto à corrupção é bom, mas também não é garantia de que os processos serão honestos. No caso das ambulâncias, os recursos eram repassados  às prefeituras, que faziam as licitações fraudulentas. Se, como diz Serra em seu blog, isso “dificultaria, sem dúvida, em razão de um cruzamento de controles feitos por esferas distintas”, no seu caso isso falhou.


O braço de direito de Serra e seu sucessor no Ministério da Saúde, Barjas Negri, foi multado pelo TCU por falta de fiscalização nestes convênios, firmados por indicação de emendas parlamentares.


Serra, pessoalmente, defendeu estes métodos de decisão política, em entrevista à Folha, ano passado:


“O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, revelou ontem a empresários sua fórmula para garantia de governabilidade, caso seja eleito: “Congresso você leva com emendas”.”Você não discrimina entre oposição e situação. Dá para todo mundo. Fiz isso e deu certo. Você leva. Leva ao pé da letra”, continuou.Em palestra a associações comerciais, Serra disse ser fácil “controlar as emendas no sentido da prioridade”. Na Saúde, seu secretário-executivo, Barjas Negri, indicava as áreas a serem beneficiadas: “A turma fazia. Porque o sujeito quer aprovar emenda, quer ter voto lá”.


Naquela ocasião, Serra se disse vítima de uma armação da revista, dos denunciados  e de  seus adversários políticos. Se foi assim, como vítima destes processos, Serra deveria ter mais cuidado com  acusações  que só tem a sustentá-las as declarações de um acusado e o espalhafato de uma revista.


Como toda a acusação, está sendo feito o que deve ser feito numa democracia e num estado de Direito: investigar e, havendo provas, responsabilizar e punir. Até porque a presunção da inocência vale para o ministro, vale para José Serra e vale (ou deveria valer) para qualquer cidadão.


Porque a imprensa pode e deve mostrar irregularidades documentadas. Mas não assumir o papel de investigar, julgar e condenar.

 BY: http://www.conversaafiada.com.br